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quinta-feira, 22 de junho de 2017

China investe pesado em carros elétricos para reduzir poluição

A China quer reduzir drasticamente a poluição em suas grandes metrópoles e para isso está investindo pesado em tecnologias de carros elétricos, inclusive já com cotas para os fabricantes estabelecidos. No entanto, o governo de Pequim não quer apenas substituir parte da frota nacional por veículos movidos por bateria, o país quer a liderança mundial nessa tecnologia.

Para isso, mesmo obrigando as montadoras à produzir carros elétricos baratos, a China também incentiva fabricantes de carros de alta performance, que não bebem sequer um litro de gasolina e muito menos poluem. 

Há 10 anos atrás, os chineses nem mesmo tinham carros com performance mediana, que dirá marcas que desenvolvessem bólidos de alto desempenho. Hoje, a situação é bem diferente. De todos os projetos de carros elétricos de alta performance ou luxo em desenvolvimento no mundo, a grande maioria é “made in China”. 

Mesmo outras que parecem radicadas em países como os EUA, possuem capital total ou parcial nas mãos de chineses. Enquanto a Tesla é praticamente o único competidor ainda americano, marcas como Faraday Future, Detroit Electric e Lucid Motors, tentam ganhar espaço no país.

No entanto, estas são algumas delas, pois NIO, Qiantu, Thunder Power e NEVS também apostam em carros movidos apenas por baterias. Os investimentos são bilionários e a performance dos carros muito alta. Alguns aceleram de 0 a 100 km/h em menos de 2,5 segundos e geralmente ficam limitados por volta de 250 km/h, como a Detroit Electric. Ainda assim, garantem autonomia de até 650 km, como no caso da Thunder Power.

A virada chinesa ocorreu quando a indústria mundial passou a considerar realmente os carros elétricos de alto desempenho. No entanto, estes rapidamente foram colocados de lado por marcas tradicionais, ainda ligadas aos motores a combustão. Assim, quem viu um terreno fértil para crescer quase sem concorrência (Tesla) foram os chineses, que se tornaram protagonistas mesmo no cenário americano.

Todos esses carros elétricos chineses possuem tecnologias de ponta, alguns fazem uso intensivo de fibra de carbono e freios de cerâmica, por exemplo. Baterias de fosfato de ferro e lítio também estão incluídas, assim como uma engenharia de produto criada para faze-los valer realmente o que custam. Nos próximos anos, fabricantes como Ferrari, McLaren, Lamborghini e quem sabe até Bugatti ou Koenigsegg, terão rivais tão ou mais poderosos com a tarjeta “made in China”.

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Publicado no Verdesobrerodas



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