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quarta-feira, 14 de junho de 2017

BMW produzirá 36.000 carros elétricos no fim da década

A BMW está preocupada com a imposição de cotas para carros elétricos no mercado chinês. 

O governo de Pequim está desesperado para reduzir as emissões de poluentes dos automóveis nos grandes centros e já está apelando para um volume obrigatório para cada fabricante.

Não por acaso, as marcas estrangeiras estão buscando rapidamente aumentar a produção desse tipo de carro e até mesmo novas associações, acima do limite de duas parceiras, já estão sendo feitas por elas e aprovadas pelo governo. Tanto é que a VW tem na JAC sua terceira sócia no país, exatamente para fazer automóveis com baterias.

Mas, no mercado de luxo, a situação não será muito boa, de acordo com a BMW. O problema é o custo e o tempo curto para investimentos. Na China, o preço médio de carros elétricos com subsídios e outras ajudas fica em torno de € 20.000, mas um X1 elétrico, recentemente lançado lá, não sai por menos de € 50.000. O importado i3 é ainda mais caro.

Mesmo com um fornecedor chinês, que a BMW fechou acordo recentemente, os custos ainda são altos e a marca teme que os clientes não fiquem interessados nesse tipo de propulsão. Com capacidade para 300.000 carros por ano, a cota de 8% em 2018 representará 12.000 elétricos. E mais, a cota irá subir para 10% em 2019 e 12% em 2020.
Essas datas já foram revisadas, pois o plano inicial era começar já em 2016.

Nesse ritmo, a BMW terá de produzir 36.000 carros elétricos no fim da década. E não somente ela. As demais luxuosas terão de fazer o mesmo trabalho para atender aos desejos de Pequim. Então, imagine a Volkswagen com 4 milhões de carros por ano? O adiamento da cota teve a participação externa, especialmente da Alemanha, mas os fabricantes ganharam apenas um ano a mais para tentarem mudar suas linhas de produção e produtos.

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Publicado no Verdesobrerodas



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