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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Autoridades do Brasil dizem que cabe a indústria investir em VEs

A depender do ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, o governo deverá reduzir o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos carros elétricos. O imposto que incide hoje sobre esse tipo de veículo é de 25%. A ideia, ainda em estudo pelo governo, seria praticar a mesma alíquota cobrada sobre veículos flexfuel, de 7,5%. Realidade em alguns países, os carros elétricos não são comuns no Brasil, devido principalmente ao alto custo e à inexistência de uma rede de recarga.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) abriu no final de maio uma proposta de discussão pública para infraestrutura de recarga de veículos elétricos. A regulamentação para a infraestrutura de postos de recarga prevê a exploração por distribuidoras e também por terceiros. A proposta inclui que o usuário deverá informar à concessionária de energia de sua região caso queira instalar uma estação de recarga.

Apesar do alto o custo tanto do carro elétrico quanto da recarga, a posição do diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, é contrária à concessão de subsídios para o setor. Segundo Rufino, o governo deve evitar um novo subsídio cruzado no setor elétrico, uma vez que não seria razoável que todos os consumidores sejam onerados pelo benefício de alguns.

Em resumo, tanto o ministro quanto o presidente da Aneel acreditam que cabe à indústria tomar a iniciativa de investir no produto, e não ao governo de favorecer o setor com subsídio.  

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Adamo Bazani conteúdo

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