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terça-feira, 23 de maio de 2017

Tesla Model 3 deverá acelerar mercado de carros elétricos

O Tesla Model 3 reveste-se de vital importância para a marca americana por todos os motivos e mais algum. Caso os planos anunciados por Elon Musk, CEO da Tesla, para este modelo cheguem a bom porto, significam um futuro muito diferente não só para a Tesla mas também para todo o mercado dos veículos elétricos. Caso os planos da marca se concretizem, a Tesla passa a ser um construtor de volume, produzindo 500 mil veículos por ano.

A dimensão da Tesla é ainda diminuta, mas tem sido impactante. Os construtores premium alemães, e não só, cerraram fileiras e preparam-se para invadir o mercado com inúmeras propostas 100% elétricas. Anular o rival antes de este ter oportunidade de crescer parece ser o plano de ataque.

Estamos a menos de um ano de conhecer o primeiro veículo elétrico de volume da Audi, com objetivos mais ambiciosos do que para outros já conhecidos, como o Audi R8 e-tron. Este modelo assumirá a forma de um SUV e será simplesmente chamado de e-tron. Em 2019 será complementado por uma versão Sportback, da qual já vimos um concept.

Ainda nesse ano, ou no início de 2020, deveremos ficar a conhecer uma nova berlina, 100% elétrica, que tem no Tesla Model 3 o seu principal alvo. Tudo aponta para que as suas dimensões fiquem algures a meio entre o A3 Limousine e o A4. Será o ponto de acesso, para já, à gama de veículos elétricos da marca de Ingolstadt.

A BMW já possui modelos exclusivamente elétricos, através da sua sub-marca i. Seria de esperar uma expansão desta, mas os planos mudaram. A mudança de planos da marca bávara fará com que veículos elétricos não fiquem restritos aos modelos i. A BMW integrará nas suas gamas “convencionais” variantes 100% elétricas. A futura geração do BMW X3 deverá ser o primeiro modelo a integrar tal opção lá para 2019.

O potencial rival do Model 3 por parte da BMW será conhecido em 2020 e fará parte da futura gama Série 4 GT. Esta nova denominação resulta da reestruturação que a BMW está a efetuar no posicionamento e denominação dos seus futuros modelos GT, Coupés e descapotáveis. Como exemplo, o sucessor do Série 5 GT passará a Série 6 GT e o novo BMW Série 8 substituirá o Série 6.

A nova proposta da BMW, tal como a da Audi, terá uma autonomia estimada máxima de 500 km. Para tal deverá recorrer a baterias de 90 kWh, apesar de que, com os avanços em capacidade e refrigeração, o modelo final possa precisar apenas de 70 kWh para conseguir o mesmo número de quilômetros, reduzindo assim os custos.

Fala-se ainda na possibilidade do Série 4 GT elétrico adaptar uma solução mais original. Ao invés de recorrer a um motor elétrico por eixo, está em consideração usar apenas um motor elétrico, posicionado à frente. Esta configuração permitiria não só uma melhor distribuição de pesos, como uma condução similar às dos modelos de combustão interna.

Agora é aguardar. Seja pelo Tesla Model 3 que deverá ser conhecido no início do verão, e pelas novas propostas das marcas alemãs que chegarão nos próximos anos. Estarão, definitivamente, entre os rivais mais temidos da marca americana.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Razão Automóvel conteúdo

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