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sábado, 27 de maio de 2017

Portugal quer impulsionar a mobilidade elétrica

Impulsionar a mobilidade elétrica em Portugal através da realização de uma conferência internacional, vários workshops, da exposição das inovações e dos veículos elétricos e híbridos disponíveis no mercado e test drives constitui o mote da VExpo. 

A conferência pretende promover o desenvolvimento e a utilização de infraestruturas de distribuição de energia adequadas e em geral, tudo o que se referir a veículos elétricos rodoviários, nos domínios da segurança, da economia de energia, do ambiente e da respectiva legislação e regulamentação.

Para além disso, um dos objetivos é sensibilizar o maior número de autarquias e de organismos públicos para a necessidade de criar e ampliar a infraestrutura pública de carga normal, semi-rápida e rápida, assim como atrair investimento estrangeiro verde para o nosso país e recolocar Portugal no grupo dos países mais avançados em termos de mobilidade elétrica. 

No terceiro painel marcaram presença Luís Filipe (Fundo Ambiental), Nuno Maria Bonneville (Mobi.e), Fátima Madureira (Câmara Municipal de Lisboa) Isabel Catarina Gonçalves (Direção Regional de Economia e Transportes da Madeira) e Andreia Melo Carreiro (Direção Regional de Energia dos Açores) sob moderação de Filipe Alves (diretor do Jornal Econômico). 

Fátima Madureira, em representação da Câmara Municipal de Lisboa, enfatizou a ideia de que os problemas da mobilidade elétrica são reforçados “com soluções ao nível do urbanismo combinadas com esquemas de partilhas, ou seja, sistemas partilhados de viaturas porque “o que nós queremos é que as pessoas a combinem o transporte partilhado” porque “existem carros a mais na cidade”. Para esta representante da autarquia lisboeta, o carro elétrico “é uma opção inevitável” e  quando “os postos de carregamento não estão a funcionar, esse é de facto um dos problemas”.

Nuno Maria Boneville esclarece que a Mobi.e “é uma empresa pública” . Refere que é necessário “dar mais importância aos atores privados para investir mais neste setor” e “se o poder local e central trabalharem juntos, as coisas podem funcionar” . Este empresário referiu, no entanto, que “temos assistido a um crescimento muito rápido nos últimos tempos”. 
Andreia Melo Carreiro realçou que o objetivo da Direção Regional de Energia dos Acores passa por “incentivar que este consumo seja feito em períodos noturnos” . Existe ainda, de acordo com esta responsável regional,  um esforço em “ações junto das câmaras municipais”. Outro dos objetivos passa por “incentivos não financeiros” como por exemplo, parques gratuitos de estacionamento . Mas acima de tudo, refere , ” é necessário sensibilizar empresas e cidadãos”: “Temos incentivos para empresas mas para particulares ainda não, mas vamos trabalhar nisso”. 

Isabel Catarina Fernandes referiu que um dos objetivos passa por uma “forte aposta nas energias renováveis”. No setor dos transportes, referiu, são necessários “veículos com tecnologias suficientes e o Governo Regional da Madeira está fortemente empenhado” pelo que “esta aposta passa pela utilização do veículo elétrico”. “Desde 2011 que a Madeira e o Porto Santo têm fontes de carregamento” e o objetivo “é reforçar mais seis para 2017 e 2018”, salientou. Outra das apostas passará pelo autocarro eléctrico e nesse sentido será realizado um teste de três meses de forma a garantir as vantagens dessa mobilização.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Jornal Econômico conteúdo

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