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sábado, 6 de maio de 2017

Eletrificados e-Golf e Golf TSI então entre os mais vendidos da VW

O 100% elétrico e-Golf e o hibrido recarregável Golf GTE 1.4 TSI Hybrid Plug-in completam a gama do modelo mais vendido da Volkswagen. Com a chegada destas duas novas motorizações, o Golf passa a ser um dos poucos automóveis no mundo que pode ser adquirido com todos os tipos de motores mais comuns, desde os convencionais propulsores de combustão gasolina, diesel, ou bifuel gasolina/gás natural comprimido (GNC), aos hibrídos plug-in e 100% elétricos.

O Golf GTE e o e-Golf estão disponíveis apenas com a carroceria berlina de 5 portas e com um único nível de equipamento. Exteriormente, as diferenças face a um Golf com motor de combustão são pequenos detalhes, como as faixas azuis com que a Volkswagen identifica os seus modelos elétricos, as placas e-Golf e GTE e, no caso do 100% elétrico e-Golf, a ausência dos tubos de escape na traseira. Em tudo o resto, são iguais a um Golf normal.

As grandes diferenças escondem-se debaixo da carroceria e no painel de instrumentos, ajustado às necessidades de um veículo elétrico, com informações específicas, como o tipo de propulsão (gasolina ou elétrico, no caso do GTE), o modo de condução ou a autonomia.

O e-Golf está disponível em Portugal por 40 mil euros, ao nível de um 2.0 TDi 150 cv com nível de equipamento Highline, e o 1.4 GTE Plug-in Hybrid por 45 mil euros, em linha  com o GTD 184 cv. O Golf 1.4 TSI GTE é animado pelo já conhecido sistema híbrido plug-in da Volkswagen, combinando um bloco gasolina turbo 1.4 TSI de 150 cv com um motor elétrico de 102 cv, o que resulta numa potência combinada de 204 cv. É alimentado por um pack de baterias de iões de lítio com 8,7 kWh de capacidade. O sistema tem acoplado uma caixa automática de dupla embraiagem DSG de 6 velocidades, desenvolvida especialmente para este tipo de sistema de propulsão.

Há quatro diferentes modos de condução que gerem a utilização dos motores de modo a otimizar o consumo, com base nos dados do sistema de navegação e na topografia. No modo E-Mode, a GTE anda 100% elétrico, podendo percorrer até 50 quilômetros. É a opção ideal para os pequenos trajetos em cidade. Em modo Hybrid, os dois motores funcionam cada um por si, ou em conjunto, de forma a melhorar a eficiência. O modo GTE transforma o Golf num compacto desportivo, recorrendo à máxima capacidade de ambos os motores. O modos Battery Charge  carrega a bateria em andamento, a partir do motor de combustão, caso seja necessário. 
Dependendo do modo de condução e graças ao motor de combustão do sistema híbrido, o Golf GTE pode percorrer um total de 850 quilômetros até esgotar a carga das baterias ou esvaziar o depósito de combustível. A bateria pode ser recarregada a 100% em 3h45 numa vulgar tomada elétrica de 230 volts e 10 amperes, ou em 2h15 num carregador de 16 amperes. Tem um consumo médio combinado entre 1,6/100 Km e 1,8l/100 Km de gasolina, um consumo combinado entre 11,4 e 12 kWh/100 Km de energia elétrica, com emissões entre os 36 e os 40 g de CO2/km.

O e-Golf é a versão 100% elétrica do Golf 2017 e substitui o modelo com o mesmo nome que a Volkswagen lançou em junho de 2014. As mudanças mais importantes são ao nível do motor, que se apresenta agora com uma autonomia aumentada em cerca de 50%, em resultado de uma nova bateria de iões de lítio com capacidade reforçada em 11,6 kWh, para 35,8 Kwh.

O motor elétrico é o mesmo do modelo anterior, mas está 15 kW mais potente, graças a uma gestão mais eficiente, atingindo os 136 cv (100 kW) de potência e um binário máximo de 290 Nm, superior em 20 Nm ao do anterior e-Golf. Medido pelas normas NEDC, o consumo anunciado do e-Golf em percursos mistos estrada/cidade é de 12,7 kWh/100 km/h, com zero emissões de CO2.

A autonomia homologada pela NEDC ultrapassa os 300 quilômetros, o que se traduz, na prática a um máximo de  200 quilômetros em condições normais de condução e se recorremos ao modo de condução ECO+. A bateria pode ser carregada até 80% da sua capacidade numa hora num posto de carregamento rápido. A carga a 100% numa wallbox doméstica de 7,2 W de 240 volts demora seis horas.
 
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Publicado no Verdesobrerodas



Por automonitor conteúdo

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