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domingo, 23 de abril de 2017

Portugal muda gestão de rede de carregamento para VEs

Os carregamentos das baterias de carros elétricos vão passar a ser pagos na rede de postos públicos — até ao fim do ano —, que deixam de ser mantidos pela sociedade Mobi.e para serem gradualmente concessionados a operadores privados, que farão a sua manutenção e atualização. No contato direto com os utilizadores dos postos estarão as empresas de comercialização de eletricidade.



A alteração na forma de gerir a rede de postos públicos de abastecimento de eletricidade para veículos elétricos deve-se ao fato de ter terminado a fase de projeto-piloto da rede pública. A dimensão do mercado de veículos elétricos em Portugal atingiu o ponto de maturação, prevendo-se que em 2017 sejam ultrapassados os 100 mil carregamentos de baterias na rede de postos públicos — segundo dados da Mobi.e no final de 2016 foram realizados 97.884 carregamentos.

Segundo a Mobi.e, “até ao final do primeiro semestre serão criadas condições para começar a cobrar carregamentos”. No primeiro semestre de 2018 todos os 1300 pontos de carregamento terão sido concessionados, de forma a que a rede pública seja gerida com o máximo nível de concorrência possível. Isso pressupõe a substituição dos cartões de carregamento da Mobi.e por cartões dos Comercializadores de Eletricidade para a Mobilidade Elétrica (CEME). O número de operadores que gerem esta rede vai crescer bastante. Além dos nove operadores já licenciados, há mais dois que têm interesse em entrar neste mercado, elevando o total para 11 operadores.
O consórcio responsável pelo lançamento da infraestrutura de postos de carregamento rápidos públicos, que integrava a Inteli, a Efacec, o CEiiA, a Novabase e a Critical Software, passou a gestão deste processo para o âmbito da Mobi.e que, agora, cederá as suas competências neste projeto aos operadores que se candidatarem à gestão da infraestrutura da rede pública de postos de carregamento portugueses. No contato com os clientes finais estarão apenas três empresas comercializadoras que vão estabelecer os contratos para abastecer eletricidade aos veículos elétricos.

Os responsáveis da Mobi.e explicam que todo o processo do início do pagamento dos carregamentos será precedido por uma fase de teste para analisarem os procedimentos dos consumidores. Isso acontecerá no final do primeiro semestre, quando começarão a ser enviadas as faturas de cobrança da eletricidade carregada.

Dos cerca de 1.300 pontos de carregamento existentes, 1.250 são normais e 50 serão pontos rápidos (embora destes ainda só haja 40). Ainda vão ser instalados mais 200 postos com 400 pontos de carregamento. No total haverá 1.700 pontos de carregamento. Nos 1.250 normais vai ser instalado um novo software que permite transferir informação entre o carro, a bateria e a rede elétrica. Atualmente, cerca de 23% da rede não funcionam.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Expresso conteúdo

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