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terça-feira, 11 de abril de 2017

Liderança da Nissan em veículos elétricos é ponto chave

Primeiro japonês no cargo desde há 16 anos, Saikawa  promete para daqui a três meses a apresentação de um plano estratégico para a marca, sincronizado com o da Renault e Mitsubishi, seus parceiros de Grupo, para os próximos seis anos e que continuará a trajetória do Nissan Power 88, apresentado pelo seu antecessor, Carlos Ghons, em 2011.

Assegurar a liderança da Nissan nos veículos elétricos é um ponto chave deste plano estratégico, cada vez mais confrontada com a oferta de grupos rivais dos EUA, Alemanha e Coreia do Sul. Apesar da ser um dos pioneiros na área, a oferta de veículos elétricos da Nissan está ainda muito dependente do compacto Leaf e a versão elétrica do furgão comercial e-NV200.
  
Desde que lançou os seus primeiros modelos elétricos e até ao final de janeiro, a Aliança Renault Nissan colocou no mercado 350 mil automóveis e furgões comerciais, dos quais 275 mil com a marca Nissan. O Nissan Leaf é o veículo elétrico mais vendido no mundo, mas a chegada de novos player ao mercado e de modelos de uma nova geração e com mais autonomia, justifica a desaceleração das vendas nos últimos meses.

O novo CEO promete alterar a situação e garante que a mudança se iniciará já com a próxima geração do Leaf, que chegará ao mercado no final do ano, com uma autonomia alongada que eliminará a barreira da ansiedade no Japão e na maioria dos países europeus, onde os trajetos diários normais são relativamente curtos. Hiroto Saikawa garante também que dentro de dois anos a Nissan terá um ou vários novos modelos elétricos com ainda maior autonomia e, por isso, mais apropriados às distâncias maiores dos consumidores americanos.

Até 2020, a Nissan garantirá uma autonomia real de 300 milhas (483 quilômetros) com uma única carga de bateria, o que colocará os veículos elétricos da marca em condições de competir com os veículos convencionais nos EUA. O Chevrole Bolt EV, o gêmeo americano do futuro Opel Ampera-e que foi lançado no ano passado e está a ter um enorme sucesso tem uma autonomia de 238 milhas, não se sabendo ainda qual a autonomia final do Tesla Model 3, o modelo compacto da marca americana cuja chegada ao mercado está anunciada para o início do próximo ano.

“O segmento dos Veículos Elétricos está a entrar numa nova fase”, assegura Hiroto Saikawa. “Há medida que formos dispondo de baterias maiores e ultrapassando a ansiedade da autonomia, deixaremos de competir baseados na tecnologia e passaremos a apelar às emoções e ao valor das marcas”, explica.

“O período em que nos diferenciávamos pela tecnologia está a acabar” e será seguido por um mercado onde os líderes terão de ser mais agressivos na forma como alargarão a tecnologia elétrica às suas gamas de modelos. E os preços tenderão a cair há medida que um cada vez maior número de modelos de diferentes marcas for chegando ao mercado”.

“A verdadeira evolução chegará, por volta de 2025, quando tivermos um plano concreto de substituição das motorizações dos nossos principais modelos, como os SUV Rogue, Qashqai e X-Trail, que passarão a oferecer também soluções elétricas”.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por automonitor conteúdo

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