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terça-feira, 18 de abril de 2017

GM faz parceria para explorar veículos militares a hidrogênio

A GM e o centro de desenvolvimento de tecnologia das forças armadas dos EUA – TARDEC – formaram uma parceria para explorar o hidrogênio na propulsão de veículos militares, aproveitando a picape Chevrolet Colorado, que foi convertido no conceito ZH2.

A partir desse mês, os militares americanos começam de fato os testes com o ZH2, cujo objetivo é avaliar a eficácia do uso de células de combustível no campo de batalha.

A ideia é aproveitar a motorização com baixo ruído e emissões térmicas para deslocamento de unidades militares em terreno hostil, especialmente veículos de reconhecimento.

Porém, acredita-se que o hidrogênio possa ser usado também no fornecimento de energia para bases, deslocamento de submarinos não tripulados e aviões (ou drones) movidos por essa tecnologia, que permite ao utilizador dispensar somente água, que até poderia ser reutilizada.

A questão é que os militares ainda não sabem como resolverão a logística do combustível, nem a infraestrutura necessária. Sabe-se que o hidrogênio puro não é inflável ou explosivo, mas basta um percentual de oxigênio e um ignitor para que as coisas fiquem bem ruins. É exatamente a infraestrutura complexa que está barrando o combustível nos automóveis.

Com exceção de Honda, Toyota e Hyundai, outros fabricantes no máximo experimentam as células de combustível, mas se esquivam de coloca-las no mercado devido à complexidade e alto custo. Alguns já até desistiram e partiram para os carros elétricos. Há outro problema também.

A geração de hidrogênio requer o uso de eletricidade, o que torna a opção pouco eficiente em termos gerais, exceto se esta vier de uma fonte ecologicamente correta, tal como eólica ou solar, por exemplo. Elon Musk já disse que não há vantagem nisso, defendendo o uso puro e simples da energia elétrica. No campo de batalha, JP8, gasolina, querosene, água, gás natural, entre outros, podem ser usados para obtenção do hidrogênio.

O Chevrolet Colorado ZH2, por exemplo, utiliza um motor elétrico de baixa potência, entregando 34 cv de potência nominal e 68 cv de pico, além de possuir reservas de hidrogênio suficientes para rodar entre 480 e 640 km. Assim, a picape  militar poderia ser reabastecida em poucos minutos na base, retornando para a missão, diferentemente de um veículo elétrico, que precisaria de horas no gerador.

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Publicado no Verdesobrerodas



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