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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Centro de Londres prioriza modelos eletrificados

A medida já causa polêmica, mas se depender do prefeito Sadiq Khan, Londres terá uma área de Ultra Baixa Emissão na região central que vai restringir ao máximo a circulação de veículos com combustíveis fósseis. A ideia é cobrar um pedágio de cerca de 13 libras (em torno de R$ 50) para carros e caminhões que usam combustíveis fósseis. A cobrança começaria em 2019 e nem os ônibus a diesel escapariam do pedágio.

A ideia é, além de criar uma área mais agradável, estimular o transporte público limpo e os deslocamentos não motorizados. Hoje parte da frota de ônibus de Londres já é menos poluente, com veículos elétricos ou híbridos, incluindo os famosos ônibus de dois andares.

Para 2020, o prefeito pretende expandir a restrição para toda cidade. Outras cidades europeias, como Madri, Bruxelas, Paris, Stuttgart e Athenas também seguem o mesmo caminho para intensificar as restrições a veículos poluentes.

Enquanto isso, no Brasil, o tema pedágio urbano soa quase como um insulto e, com medo de polêmica e desgaste, os gestores e políticos, em sua maioria, sequer dizem ao menos estudar o tema para o futuro. As discussões ficam mais entre especialistas e mundo acadêmico. Cidades como São Paulo, não poderiam hoje criar diferenciações de circulação de veículos não poluentes dos convencionais porque a frota destes automóveis ainda é insignificante. 

Os ônibus municipais que se adequariam hoje não chegaram a 600 dos 14.700 coletivos do sistema. Os táxis elétricos ou híbridos não chegam a 150 de uma frota com mais de 30 mil unidades. Carros particulares ou de entregas que poluam menos também são poucos.
  
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Publicado no Verdesobrerodas



Por Adamo Bazani conteúdo

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