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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Aumento da frota elétrica aproxima Portugal da meta de emissões

Com o setor rodoviário em Portugal a ser responsável por uma boa parte das emissões de gases com efeito de estufa (cerca de 23%), a Associação Sistema Terrestre Sustentável, Zero, salientou que “o bom posicionamento” de Portugal na tabela de emissões de dióxido de carbono por quilômetro dos automóveis novos é consequência da aquisição de veículos mais pequenos, e assim também menos pesados, com valor de compra que “se adéqua mais aos salários no país”, e do “peso significativo” da componente ambiental no Imposto Sobre Veículos, e defendeu “mais apoio a veículos elétricos”.

Ainda assim, em comunicado, a associação pediu, ainda, “medidas de promoção do transporte público e de penalização do transporte individual”, com a maior utilização de modos suaves, como a bicicleta, e uma maior motivação para andar a pé, nos centros urbanos.

Segundo dados da Agência Europeia do Ambiente (EEA na sigla em inglês), a média de emissões de dióxido de carbono por quilômetro dos automóveis novos vendidos em 2016 desceu em todos os países europeus, com exceção para a Holanda, que estava em primeiro lugar no ano anterior, tendo sido ultrapassada por Portugal, que registava uma média de 104,7 g/km de CO2, seguido pela Holanda, com 105,9 gramas, Dinamarca, com 106,1 gramas, e Grécia, com 106,3 gramas.

Lembrando ainda que no ano passado houve um aumento de 17,2% nas vendas dos veículos elétricos e praticamente uma duplicação dos veículos Plug-in, com os automóveis elétricos ligeiros de passageiros a registarem 716 vendas, ou seja, 0,4% do total, de acordo com os dados da Associação Automóvel de Portugal (ACAP), a Zero enaltece que os resultados de janeiro e fevereiro abrem já boas perspetivas para o resto de 2017.

“Já este ano, considerando os meses de janeiro e fevereiro, houve um aumento de 179%, passando-se de 74 para 207 veículos, pelo que a meta de mil veículos apoiados pelo Fundo Ambiental para 2017 deverá ser aumentada”, realçou a Zero.

A Zero defendeu ainda serem necessárias melhorias anuais “significativas” na eficiência dos veículos nos próximos cinco anos, para ser atingido o objetivo europeu de 95 gramas de dióxido de carbono por quilômetros até 2021.

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Publicado no Verdesobrerodas



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