Este espaço é reservado a quem acredita na mobilidade sustentável e queira se juntar aos números abaixo:

* mais de UM MILHÃO de acessos ; * lido por mais de DEZ países, * mais de DEZ MIL postagens, * postagens (blog e mídias sociais) durante os 365 dias do ano, * newsletters semanal, * parcerias com eventos no Brasil e exterior. Clique AQUI para saber mais.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Fabricantes japoneses apostam em nova geração de motores híbridos

A Mazda, tal como os outros construtores, está a preparar-se para um futuro bem mais exigente no que toca a normas de emissões. A marca está a preparar a segunda geração de motores SKYACTIV  e estabeleceu uma parceria com a Toyota para as soluções híbridas – a título de exemplo, no Japão é comercializado um Mazda3 que combina o motor SKYACTIV-G com a tecnologia híbrida da Toyota.

Segundo os responsáveis da marca, o novo modelo zero emissões deverá ser conhecido em 2019 e comercializado em 2020. O responsável europeu pela Pesquisa e Desenvolvimento, Matsuhiro Tanaka referiu: “Um veículo elétrico é uma das possibilidades que estamos a examinar. Os automóveis pequenos são ideais para as soluções 100% elétricas, porque os automóveis maiores também exigem baterias maiores excessivamente pesadas, e isso não faz sentido para a Mazda”.

Considerando as declarações de Tanaka sobre as dimensões do futuro modelo elétrico da Mazda, a marca japonesa poderá estar a preparar um modelo semelhante ao Renault Zoe. Face a este posicionamento, este novo utilitário deverá apostar numa base inédita:[a base é diferente logo] o design será diferente, porque apesar da nossa estratégia com este carro ser a mesma [da restante gama], a tecnologia não será a mesma.

Na Razão Automóvel temos noticiado várias vezes o regresso das motorizações Wankel – ainda que efetivamente esse regresso nunca se tenha efetivado. No entanto, outra possibilidade surge para o eventual regresso das motorizações Wankel. Esqueçam um futuro Mazda RX com esta motorização, o seu papel poderá ser revisto e confinado às funções de extensor de autonomia para futuros veículos elétricos.
Este motor, alimentado por um pequeno depósito de nove litros de combustível, produzia 20 KW (27 cv) constantes às 2000 rpm, permitindo extender a autonomia do modelo. Novamente Matsuhiro Tanaka: “Algo como isso já existiu, mas eu não posso entrar em detalhes. É possível alcançar performance e economia com um motor rotativo. É muito estável e silencioso a rotações regulares, por isso existe algum potencial para isso.”

A chegada de um veículo elétrico à gama deste construtor também servirá de impulso para a crescente eletrificação  da Mazda – a partir de 2021 a marca vai aumentar o número de veículos plug-in híbridos da sua gama. Segundo Tanaka, a Mazda já possui a tecnologia necessária para o efeito graças à parceria com a Toyota. É só uma questão de tempo.

VerdeSobreRodas, o ponto de encontro com a mobilidade sustentável

PostagemFabricantes japoneses apostam em nova geração de motores híbridos

Publicado no Verdesobrerodas



Por Razão Automóvel conteúdo

Nenhum comentário:

Postar um comentário