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segunda-feira, 27 de março de 2017

50% das vendas na Noruega são de veículos elétrificados

Certamente 2016 é um ano que não será esquecido. Trump presidente, impeachment no Brasil, acordo de paz na Colômbia, o inédito segundo ano consecutivo de recessão e a entrada em vigor do Acordo de Paris são marcos significativos. Mas é possível que lembremos de 2016 como o ano em que aconteceu a maior revolução dos transportes desde o início da fabricação de veículos de motor a combustão e a invenção do avião, no começo do século passado.

Em 2016, ultrapassou-se a marca de 1 milhão de veículos elétricos em circulação no mundo, o dobro de 2014. As vendas desses carros podem atingir 1% do mercado global.

Na China representam 2%, e na Noruega 50%. Na Alemanha, a nova legislação prevê o fim das vendas de modelos a combustão na próxima década. Todos os maiores fabricantes de automóveis apresentaram planos concretos nessa direção, incluindo a Ford, a Volkswagen, Toyota e GM. A BMW promete parar de produzir veículos a combustão até 2025. A pioneira Tesla, uma espécie de Apple dos transportes, lançou seu modelo de custo reduzido e produção em grande escala. Vendeu meio milhão de veículos um ano antes do início da fabricação.

A Gigafábrica da Tesla – que produzirá mais baterias do que todas as demais fábricas do mundo juntas – entrou em produção, e o custo das baterias deve cair abaixo de US$ 150 por quilowatt (era de US$ 600, em 2010), o que tornará possível equiparar o preço dos carros elétricos aos de motor a combustão.

A China, que dobrou o número de fabricantes de veículos elétricos, já superou 200 fábricas e lançou seu plano de metas para expansão dessa frota. Em 2025, o país planeja vender 3 milhões de carros elétricos por ano no mercado interno e se tornar o maior produtor mundial. A julgar pelo que fez no setor de energia solar e eólica, esses números serão batidos, e com muita antecedência.

O desenvolvimento de veículos autônomos deu um enorme salto em 2016. A Tesla surpreendeu o mundo quando anunciou que todos os seus carros possuem o hardware para direção autônoma nível 5 (ou seja, full autonomy) e que, em dois anos, os softwares estarão seguros para liberar a funcionalidade. Na Filadélfia, a primeira frota de Uber autônomo já começou a circular, assim como os primeiros ônibus autônomos em Helsinque e a primeira frota autônoma de caminhões de carga nos EUA, com a startup Otto.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Revista Época Negócios conteúdo

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