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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Fábrica de baterias da Tesla começa a operar

Escondida entre os matagais ao leste de Reno, Nevada, onde caubóis fazem apostas e cavalos selvagens ainda vagueiam -- uma fábrica com forma de diamante e gigantescas proporções ergue-se graças ao suor e às promessas do CEO da Tesla, Elon Musk. Ela é conhecida como Gigafactory, e ontem suas primeiras células de bateria saíram das linhas de produção para alimentar os produtos de armazenamento de energia da companhia e, em breve, o carro elétrico Model 3.
O começo da produção em série é um enorme passo na trajetória da Tesla para eletrificar o transporte e leva aos EUA uma indústria de fabricação -- as células de bateria -- que há muito tempo é dominada pela China, pelo Japão e pela Coreia do Sul. Mais de 2.900 pessoas já estão trabalhando nas instalações de quase 455.225 metros quadrados e mais 4.000 empregos (incluindo trabalhos temporários de construção) serão criados neste ano através da parceria entre Tesla e Panasonic.

Embora menos de um terço da Gigafactory esteja pronto, por volta de 2018 ela dobrará a capacidade mundial de produção de baterias de íons de lítio e empregará 6.500 trabalhadores em tempo integral em Reno, de acordo com uma nova projeção de contratações da Tesla. As ações da companhia, que atingiram o valor mais alto desde agosto, fecharam com alta de US$ 10, a US$ 226,99, no trading em Nova York.
 
A ativação completa da Gigafactory tem uma importância fundamental para a Tesla, porque representa uma nova noção de urgência em uma companhia famosa por seus prazos impossíveis de cumprir. Após perder quase todos os prazos apertados de produtos que estipulou para si mesma nos últimos dez anos, a Tesla precisa provar para investidores e clientes que é capaz de respeitar o cronograma de seu primeiro carro produzido em série.

Os indícios são promissores. Na quarta-feira foi alcançado com sucesso o terceiro objetivo da Tesla no ano novo. A companhia cumpriu sua promessa de finalizar rapidamente um enorme projeto de armazenamento de bateria para respaldar a rede elétrica na Califórnia; lançou sem demora os upgrades de software prometidos para carros equipados com o novo hardware Autopilot; e agora deu início à produção de células de bateria na Gigafactory. No entanto, a companhia não cumpriu a meta de fornecer 80.000 carros em 2016 e informou ter completado apenas 76.230 a tempo.

A Gigafactory em si vai de vento em popa. Os planos de contratação dão uma vantagem de dois anos à Tesla e à Panasonic em relação ao acordo original com o estado de Nevada. A companhia inicialmente prometeu gerar empregos de tempo integral a 4.000 moradores locais até 2019 e 6.500 empregos até 2020. Em maio, a Tesla adiantou em dois anos sua projeção para o auge da fabricação de baterias na Gigafactory, para 35 gigawatts-hora de produção de células e 50 gigawatts-hora de produção de pacotes até 2018. Foi uma decisão audaciosa que, naquele momento, a maior parte de Wall Street considerou impossível.

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Publicado no Verdesobrerodas



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