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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Toyota apoia o desenvolvimento de veículos elétricos ou híbridos

Um anúncio realizado na semana passada pela Toyota nos dá um bom indício do novo posicionamento da indústria automotiva para a próxima década. A marca japonesa tem planos de abrir toda sua tecnologia de propulsão, seja envolvendo motores a combustão, elétricos ou híbridos, para ajudar no desenvolvimento de novas tecnologias que aprimorem a redução no consumo e emissão de pollenates.

A ideia declarada da Toyota é chegar em um ponto onde teremos conjuntos padrões de powertrain (motor e câmbio) quem possam ser usados em diferentes tipos de carros. 

Atualmente, com grande parte do desenvolvimento dos carros modernos realizado por computação, fica fácil as montadoras e fornecedores desenvolverem peças comuns e é esse ponto que a Toyota busca explorar.


Segundo a visão da Toyota, o desenvolvimento de novas partes para o conjunto mecânico ocorreria em uma etapa inicial em conjunto com os fornecedores, sendo que eles ficariam livres para comercializar o resultado com clientes além da Toyota. “Até hoje, por exemplo, nós não podemos vender o mesmo inversor usado pela Toyota em seu sistema híbrido para outras marcas porque ou ele não se adéqua ao motor ou a voltagem é diferente. Com essa nova lógica que a Toyota vai adotar, o problema será solucionado”, explica Yoshifumi Kato, diretor executivo de engenharia na área de pesquisa e desenvolvimento da Denso, o maior fornecedor da Toyota.

Essa tendência de compartilhar o desenvolvimento mecânico, apontam alguns especialistas, ganhará cada vez mais força nos próximos anos com a pressão cada vez maior para reduzir emissões ou, no caso dos carros elétricos, aumentar a autonomia. Logo, esse esquema de “tamanho único” para o conjunto mecânico ajudaria a aprimorar a tecnologia e ganhar nos custos em escala de produção.


Outro ponto é que, no futuro próximo, os carros serão mais semelhantes a computadores com rodas do que qualquer outra coisa. Nesse cenário, não será o conjunto mecânico que vai prevalecer na escolha de um carro, mas sim aquele que oferecer o maior conjunto de soluções ao motorista, seja na área de conectividade como também de recursos de condução assistida e até os serviços de concierge a bordo, como atualmente encontramos no sistema OnStar, por exemplo, oferecido pela GM em seus carros comercializados no Brasil.

A ideia de comercializar módulos de conjuntos mecânicos vêm ganhando cada vez mais força na medida em que os principais fabricantes realizam acordos de compartilhamento de projetos, como a aliança Renault-Nissan e a Daimler aqui na América Latina, que desenvolveram em conjunto a nova geração da Nissan Frontier, a Renault Alaskan e a Mercedes-Benz Classe X.


A Toyota, por exemplo, gastou em 2015 cerca de US$ 9 bilhões com pesquisa e desenvolvimento, valor 73% maior do que o investido em 2010. Nos mesmos cinco anos, o grupo Volkswagen dobrou os investimentos nessa área. “Seria uma situação de ganha-ganha entre a Toyota e seus competidores, uma vez que a fabricante japonesa ganharia uma nova linha de vendas, enquanto as outras montadoras teriam acesso a componentes mais baratos e de alta qualidade do que se escolhessem desenvolver os mesmos dentro de suas empresas”, avalia Takeshi Miyao, diretor-gerente da consultoria Carnorama para a Ásia.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por AUTOO conteúdo

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