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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Morte por poluição pode levar Rio de Janeiro a adotar ônibus elétricos

O número de veículos particulares ainda aumenta a uma taxa de 100 mil por ano.  

Este é um aspecto negativo. Apesar de facilitar a vida de quem já utiliza o transporte coletivo, os BRTs ainda não convenceram um número significativo de pessoas a deixar o carro em casa. O impacto só foi mais sentido em seus trajetos, o que pode evidenciar também a necessidade de melhorar as linhas alimentadoras e as integrações no sistema. 
A cidade possui 2,7 milhões de veículos e as emissões ultrapassaram em até três vezes os limites estabelecidos pela OMS – Organização Mundial da Saúde.
Em 2014, 5400 pessoas perderam a vida no Rio de Janeiro em decorrência da poluição, aponta estudo do médico Paulo Saldiva, patologista da Universidade de São Paulo.

A ampliação da oferta de ônibus híbridos, elétricos trólebus ou com outras tecnologias menos poluentes também é assunto no encontro internacional. Em relação aos transportes sobre pneus, que sempre devem ser aliados à expansão das redes metro ferroviárias, ônibus por si só já traz benefícios ambientais quando recebe privilégio no espaço urbano.

Um veículo de transporte coletivo articulado com capacidade para 180 pessoas pode retirar das ruas em uma só viagem aproximadamente 150 carros, levando em consideração que a média de passageiros por veículo de passeio não chega duas pessoas.

Quando o meio de transporte coletivo com pneu incorpora tecnologias menos poluentes, os ganhos são considerados maiores. Uma das empresas que estão atentas ao encontro é a Volvo, que possui ônibus elétricos e híbridos em operação na Europa e em parte da América Latina, inclusive no Brasil. Em Curitiba, é testado um novo modelo 100% elétrico, além da operação comercial dos híbridos.
 
A Volvo produz em Curitiba o ônibus elétrico híbrido desde 2012. Outra fabricante de veículos que não dependem unicamente de combustível fóssil é a Eletra, de São Bernardo do Campo. A empresa atua há mais de 30 anos na produção de trólebus, ônibus elétricos, híbridos, sendo a pioneira em 1999 apresentar um modelo articulado híbrido, e ônibus elétricos puros.

Em parceria com Universidade Federal de Santa Catarina, também testa um sistema pelo qual a estação de abastecimento de energia das baterias do veículo tem como fonte a energia solar. Existem trólebus e ônibus elétricos da Eletra na capital paulista e no corredor Metropolitano ABD, operado pela Metra empresa do mesmo grupo.

A chinesa BYD, instalada em Campinas, no interior de São Paulo, também desenvolve ônibus elétricos para o mercado nacional. Existem veículos em circulação em Campinas e em testes na capital paulista. Também circularam ônibus em testes em diversas regiões do país  com variadas configurações, de mídis a articulados.

BRT ELÉTRICO:
Uma das alternativas discutidas pelos especialistas é aliar as vantagens operacionais do BRT com os ganhos econômicos e ambientais dos ônibus elétricos.

Assim BRTs eletrificados, com trólebus ou sistemas menos poluentes de outras características, são apontados como um dos principais caminhos para o transporte coletivo por ônibus agredir menos o meio ambiente e para ser mais confortável e atrair um número significativo de pessoas que só se deslocam de forma individual.

Normalmente, os veículos elétricos apresentam menos trancos e solavancos nas operações e os ruídos são menores.

Estima-se que 31,7 milhões de passageiros usem sistemas BRT no mundo todo, todos os dias. Em  linhas gerais, os corredores unem a capacidade e a velocidade de bondes elétricos com o menor custo e a flexibilidade de um sistema de ônibus, usando vias exclusivas e ônibus de maior capacidade, como articulados, superarticulados e biarticulados.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Diariodotransporte conteúdo

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