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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Meta da Hyundai é ter 28 modelos amigos do ambiente em 2020

A ofensiva da Hyundai no campo dos híbridos e dos elétricos tem como caderno de encargos ter 28 modelos amigos do ambiente à venda em 2020 e o Ioniq é a “ponta do iceberg” dessa ofensiva. Ainda por cima, estabelece um padrão pois é o primeiro modelo ecológico a oferecer três motorizações diferentes, um elétrico capaz de fazer 280 km com uma carga de bateria, um híbrido, alvo deste ensaio, e um híbrido “Plug-In” que aparecerá no próximo ano.

O Ioniq Hybrid está equipado com uma versão modificada do bloco 1.6 litros Kappa a gasolina com 105 CV. A modificação fundamental reside na adoção do ciclo Atkinson (tal como sucede no Prius) que permite uma melhoria de 15% face ao ciclo Otto. Ao propulsor de combustão interna, junta-se um motor elétrico de 32 kW alimentado por uma bateria de 1,56 kWh alojada por baixo do banco traseiro. Contas feitas, o Ioniq Hybrid debita 141 CV e um binário de 265 Nm.

A grande diferença entre o Ioniq e o seu rival direto, o Toyota Prius, reside na caixa de velocidades, no japonês uma antiquada e pouco eficaz CVT de variação contínua, no coreano uma moderna unidade automática de dupla embraiagem com seis velocidades. A cadeia motriz do Ioniq (motor, embraiagem, motor elétrico e caixa de velocidades) está montada em paralelo no mesmo berço, por isso os técnicos da Hyundai conseguiram “arrumar” tudo sem grandes alterações à plataforma e mantendo peso baixo. O resultado disso traduz-se em emissões de 79 gr/km e um consumo declarado de apenas 3,9 l/100 km.

Curiosamente, tal como sucede com o Toyota Prius, ninguém sai do Hyundai Ioniq a sorrir pelo comportamento do modelo coreano. Para que conste, tanto um como o outro não são particularmente velozes e no que toca ao comportamento fazem jogo igual.

A caixa de velocidades torna o Ioniq mais agradável de utilizar que o Prius. Isto porque a aceleração rima com o andamento e o progresso é muito mais fácil que com o Toyota. E se decidir andar mais depressa, basta empurrar a alavanca da caixa para a direita e entra em ação o modo Sport, que bloqueia a mudança, explora até ao limite o motor e só passa de caixa quando acionamos a alavanca. O motor fica mais sonoro, os consumos ressentem-se, mas o Ioniq é bem mais dinâmico.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por automonitor conteúdo

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