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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Cidade do Sul de Portugal adota bicicletas elétricas públicas

Lagoa é o primeiro conselho do país a ter um sistema de 20 bicicletas elétricas públicas, num grande passo para a mobilidade sustentável no conselho. Na próxima semana será a vez do Barreiro e o objetivo é que este projeto seja replicado. Para já, segundo Daniel Ferreira, fundador e diretor geral da Wegoshare e representante europeu da Bewegan, há «potencial para alargar a outras cidades do Algarve, já havendo interesse, mesmo antes do sistema ser instalado». 

«Não me espantará que assim que estiver lançado e que as pessoas experimentem», comece a surgir mais interesse, pois «a grande magia deste equipamento é experimentar. Só assim se percebe o potencial» que estará disponível a residentes e turistas, considerou.

E como não há nada como experimentar, na quinta-feira, dia 24, as bicicletas foram o meio escolhido por uma comitiva da Câmara Municipal de Lagoa, liderada pelo presidente Francisco Martins, para um passeio entre Carvoeiro e Estômbar, para inaugurar as duas das obras do Orçamento Participativo (OP) de Lagoa, o sistema de bicicletas elétricas e uma parede de escalada.

No caso das bicicletas, apesar de já estar tudo a postos desde o ano passado, faltava acertar pormenores na gestão do sistema. Estará aberto a partir de janeiro para residentes, entrando em total funcionamento, para turistas também, a partir de março. Foi um dos projetos mais votados no âmbito do OP de Lagoa, financiado com 65 mil euros pela Câmara Municipal. 
  
Haverá uma discriminação positiva para os residentes no conselho, com preços especiais, a partir de nove euros por mês. Os passes, que podem ser semestrais ou anuais, permitem o uso ilimitado das bicicletas. «Não quer dizer levá-la para casa, mas significa que podem fazer um número ilimitado de viagens, de meia hora. Ao fim de meia hora voltam a colocar na doca e, se quiser, pode voltar a tirar e tem mais 30 minutos», esclareceu Daniel Ferreira.

Depois, há opções para turistas ou visitantes que estejam de férias no conselho. Podem obter um passe de um dia, até um mês, a rondar os 18 euros por dia. A outra hipótese é o aluguel horário (uma, duas ou quatro horas), com preços a rondar os cinco euros por hora.

Os veículos estão disponíveis em Carvoeiro, na Senhora da Rocha (Porches) e em Ferragudo, permitindo a flexibilidade de deixá-las, no final do passeio, em qualquer um destes pontos. Faz-se o «trabalho de redistribuição, de monitorizar online, numa plataforma de gestão, onde se consegue saber onde estão as bicicletas, se estão em andamento, se estão nas docas e, quando começa a haver muitas numa estação e poucas noutra», um funcionário vai de carro redistribui-las de novo. No total são 20 veículos, nas três estações e 30 docas de carregamento automático.

E usar é fácil. Segundo Daniel Ferreira, na estação de Carvoeiro «há um quiosque multimédia, com um tela tátil a cores, com leitor de cartões de crédito, com dispensador automático, que permite comprar uma subscrição». Além disso, há um website, com toda a informação, um mapa em tempo real que possibilita ver quantas bicicletas estão disponíveis em cada estação, permitindo ainda o registro como novo membro. Se for residente, terá que apresentar um comprovativo de morada para ter acesso à discriminação positiva na tarifa. «Através do site pode fazer tudo.

Depois temos uma aplicação móvel para Android e para iPhone, em que pode fazer tudo, tal como num quiosque, desde pagar uma subscrição, alugar uma bicicleta, desbloqueá-la, bastando indicar o número do veículo que está no poste do guiador», afirmou Daniel Ferreira. Para quem compra o cartão físico, bastará passá-lo pelo leitor do velocípede. «É um sistema de última geração. Além de elétricas» têm tecnologia de ponta incorporada, resumiu.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Barlavento Online conteúdo

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