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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Toyota quer mitigar 90% das emissões de CO2 com veículos elétricos

A dois anos de celebrar a sexta década da primeira unidade industrial fora do Japão, a Toyota do Brasil demonstra a confiança no País e o comprometimento com as comunidades e com o meio ambiente. Mesmo em um contexto econômico desafiador, a Toyota manteve seu compromisso com o desenvolvimento do Brasil por meio de projetos e investimentos.

É o caso do centro de distribuição no porto de Suape, em Pernambuco, que desde sua inauguração, no fim de 2015, conseguiu evitar a emissão de 1600 toneladas de gases pollenates. 

Os dados são destaque do Relatório de Sustentabilidade da Toyota do Brasil 2016, documento que apresenta os resultados, metas e melhorias da gestão socioambiental e econômica assumidos pela empresa em todos os níveis de gestão do seu negócio.

O volume de 24% de emissões a menos na atmosfera é equivalente a uma floresta de 142 mil árvores, ocupando mais de dois mil campos de futebol. Essa redução só foi possível, pois o transporte de veículos importados passou a ser feito por meio marítimo entre a Argentina e o porto de Suape, que contribui também com a melhoria na distribuição dos veículos fabricados em Sorocaba e Indaiatuba e que são exportados para Argentina, Paraguai, Uruguai e Peru.

Em seu ano fiscal 2015-2016, a Toyota adotou um posicionamento embasado no Desafio Ambiental 2050, que define metas a fim de reduzir os impactos negativos causados pelos automóveis sobre a saúde do meio ambiente global para o mais próximo possível ao nível zero de emissão. Com isso, a companhia busca contribuir para a criação de uma sociedade sustentável. Para cumprir estes desafios, a marca está trabalhando para que todo o ciclo dos produtos e processos industriais cheguem ao nível mínimo de emissão de gases de efeito estufa.


A Toyota inaugurou, em meados de 2016, o primeiro centro de pesquisa aplicada da marca na América Latina e o quarto do mundo fora do Japão. Situado dentro do complexo de São Bernardo do Campo, o novo espaço se soma a centros nos Estados Unidos, na Europa e na Tailândia para viabilizar estudos tecnológicos e fomentar a inovação adaptada às necessidades e demandas locais.
Dentre as metas do Desafio Ambiental 2050, está: mitigar em até 90% as emissões de CO2 originadas por veículos novos até 2050. Na prática, com isso, 100% de seu portfólio até o meio do século será composto de carros híbridos, elétricos ou alimentados por célula de combustível. Até meados de 2015, a Toyota estava comercializando 35 diferentes modelos híbridos para passageiros, incluindo o Prius – que já está presente em 80 mercados e regiões. A meta é alcançar vendas anuais de 1,5 milhão de carros nessa modalidade, chegando a 15 milhões de unidades emplacadas até 2020.

Em abril de 2016, a montadora anunciou a marca histórica de 9 milhões de veículos híbridos comercializado, que contribuíram para redução de cerca de 67 milhões de toneladas nas emissões de CO2 na atmosfera e 25 bilhões de litros de gasolina, se comparados ao mesmo número de veículos tradicionais. A linha Prius continua liderando no segmento, com 5,7 milhões de automóveis vendidos – 63% do total – desde a introdução da tecnologia nos mercados de atuação da companhia. No Brasil, desde 2013 a Toyota comercializa o Prius em sua rede autorizada – mais de 700 unidades já foram comercializadas desde então.

Na visão de futuro da companhia são sinalizados três caminhos para a mobilidade. O primeiro passo é o uso de veículos elétricos, tendo como foco deslocamentos de curta distância e automotores de pequeno porte. Para transporte de passageiros em distâncias curtas, médias ou longas, a principal aposta é na tecnologia híbrida, que alterna combustíveis fósseis e energia elétrica de acordo com a necessidade de performance e velocidade. É nesse quesito que figura o Prius e sua tecnologia Hybrid Synergy Drive (HSD) – que permite a recarga automática da bateria pelos freios regenerativos –, com combinação de motores elétricos e a combustão.

A opção futura, de maior impacto, viabiliza o uso de células de combustível hidrogênio para propulsão de veículos como o Mirai, sedã de quatro lugares lançado pela Toyota em 2014, que rompe totalmente com o uso de combustíveis fósseis, gerando energia com células de hidrogênio.

Já disponível para venda no mercado japonês, o Mirai possui autonomia de até 480 quilômetros, 153 cavalos de potência e alcança a velocidade de 100 km/h em menos de 10 segundos. Equipado com um motor elétrico, uma bateria, dois tanques de hidrogênio de alta pressão com capacidade máxima de 70 Mpa, um conversor elevador de tensão, uma central de comando e a célula de combustível a hidrogênio, o Mirai gera energia por meio de uma reação química, captando oxigênio da atmosfera e produzindo carga elétrica, além de produzir água, expelida por válvula de escape. O motor também é alimentado diretamente pela bateria, recarregada por energia cinética gerada pela desaceleração e frenagem do automóvel.

Em 2016, o Mirai foi eleito o Carro Verde Global do Ano no Salão do Automóvel de Nova York. Sua tecnologia foi a escolhida entre oito competidores de todo o mundo, considerando fator de emissão, eficiência em combustíveis e uso de tecnologias ecoeficientes. Estruturada para dar impulso às ações de impacto social positivo da Toyota no Brasil, a Fundação concentra iniciativas nos temas de defesa do meio ambiente e dos biomas brasileiros e de educação e promoção da responsabilidade ambiental e da cidadania.

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Publicado no Verdesobrerodas

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