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sábado, 5 de novembro de 2016

O que é que os carros híbridos têm para serem tão cobiçados?

Eles são amigos do ambiente e uma referência tecnológica que dão tanto prazer de condução quanto os convencionais.

Quando Leonardo DiCaprio, Anthony Hopkins, Jennifer Aniston ou Cameron Diaz começaram a ser vistos, a partir de 1997, ao volante de um Toyota Prius, todos acharam que os híbridos eram a nova coqueluche de Hollywood.
Tinham o rótulo «ecológico»; estavam na moda. Hoje, a maioria das marcas têm versões híbridas – a Porsche até já fez saber que planeia, num futuro próximo, ter uma versão híbrida de todos os seus modelos, incluindo o 911(!) – e na realidade qualquer coisa mudou. Mas o quê? Há o lado do condutor – e já lá vamos – e o do fabricante, que está obrigado a partir de 2020, pela Comissão Europeia, a limitar as emissões médias de dióxido de carbono dos automóveis novos de passageiros para um máximo de 95 g/km, mas a verdade é que os híbridos são uma boa alternativa.

Porquê? São ecológicos – o argumento é o mesmo quase vinte anos depois –, combinam um motor comum de combustão com um elétrico, que permite poupar combustível e é «verde». O Prius tem emissões de CO2 de 70 g/km, mas até o Porsche Panamera 4 E-Hybrid se fica pelos 56 g/km, muito abaixo dos 166 g da versão diesel ou dos 196 g do motor menos poluente a gasolina.

Híbrido está na moda e a moda é também polivalência. Estes carros combinam o melhor da tecnologia de um motor a gasolina ou diesel com um motor elétrico. É o lado funcional a falar mais alto: o condutor escolhe, minuto a minuto, entre economia de combustível ou mais potência, dependendo da condução. Só que não é fácil fazer esta gestão: é preciso aprender a conduzir de forma eficiente num carro em que os baixos regimes, acelerações e travagens suaves fazem a diferença, pois tendencialmente usam apenas o motor elétrico. O custo é zero, mas tem como desvantagem a baixa autonomia; pé a fundo no pedal aciona o motor de combustão e os consumos disparam.
 Com base neste princípio, em cidade, não é difícil que a maioria dos híbridos faça consumos interessantes, graças ao motor elétrico. Já na autoestrada é preciso manter os baixos regimes e aproveitar a embalagem das descidas. O custo por quilómetro é mais baixo, na maior parte dos casos, porque o motor elétrico – com baterias recarregadas com energia proveniente da travagem, ou ligado à corrente elétrica – substitui muitas vezes o motor a gasolina ou a diesel. Acontece que comprar um veículo híbrido é, por norma, mais caro devido à tecnologia usada e pelo baixo volume de vendas, que obriga a custos de produção mais elevados.

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Publicado no Verdesobrerodas



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