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sábado, 12 de novembro de 2016

Mobilidade elétrica dominará as estradas nos próximos anos

A mobilidade elétrica vai dominar as estradas nos próximos anos. E isso representa, também, uma enorme oportunidade para Portugal, tanto do ponto de vista da sustentabilidade ambiental, como financeira. Em paralelo, a condução autônoma entrará no quotidiano e irá alterar profundamente a forma como nos deslocamos… e a legislação que a regula. Estas foram duas das mais importantes conclusões do Fórum Nissan para a Mobilidade Inteligente, que juntou vários especialistas no Pavilhão do Conhecimento – Ciência Vida, em Lisboa.

O terceiro painel, “Condução Inteligente: Produtos, Condução Autônoma e Experiência do Cliente”, mereceu entusiasmadas participações por parte dos oradores presentes. Foi o caso de Gareth Dunsmore, Diretor de Veículos Elétricos da Nissan Europa, que apresentou a visão que a marca está a desenvolver para a condução autônoma.

“O congestionamento nas cidades é algo que temos de melhorar. Mas também queremos atingir o objetivo zero vítimas de acidentes de automóveis”, sublinhou Gareth Dunsmore. Para isso ser possível, “a inteligência artificial vai fazer parte do nosso dia-a-dia. Muitos fabricantes já disseram que, em 2020, vão lançar automóveis totalmente autônomos e 2020 é já ao virar da esquina. Há vários testes a decorrer nos Estados Unidos e Europa, mas a legislação atual também tem desafios pela frente, uma vez que não está preparada para a revolução tecnológica que está a acontecer”, frisou.

A aposta da Nissan na condução autônoma já está a ter resultados: “Este verão, no Japão, lançamos um automóvel, o modelo Serena, com o sistema ProPilot, que representa o primeiro passo da Nissan na tecnologia de condução autônoma. O sistema permite conduzir sem interferência do condutor numa faixa da autoestrada. A procura tem sido maior do que o esperado. Ao contrário do que acontece com outras tecnologias de topo, mais de metade – 60 por cento – dos clientes do Nissan Serena compram-no com esta tecnologia”. Na Europa, avançou o responsável da marca, “o primeiro automóvel a ter a tecnologia ProPilot será o novo Qashqai, em 2017”.

O responsável da Nissan revelou ao Fórum a sua visão para o futuro: “Se o seu automóvel estiver ligado à internet, se tiver condução autônoma, o que é que o impede de o deixar – a si – à porta de casa, dar a volta e estacionar sozinho num parque subterrâneo, onde se ligará automaticamente à rede para carregar? É esse tipo de visão que pretendemos tornar realidade”.
Gareth Dunsmore aproveitou para informar que a Nissan acabou de introduzir o primeiro programa de automóveis elétricos usados, no Reino Unido, Alemanha e França. Em breve “vai poder comprar-se um veículo elétrico ao mesmo preço de um de combustão com 6 ou 7 anos. À medida que formos desenvolvendo o mercado de viaturas elétricas, vai haver cada vez mais automóveis 100% elétricos acessíveis”, concluiu.

Além disso, a empresa apostou em veículos elétricos como meio de locomoção dos cerca de 500 funcionários. Neste momento, já tem 24 automóveis elétricos entre os 65 que constituem a frota e a tendência é para aumentarem o seu peso. Porquê? “Uma deslocação limpa é mais econômica e tem vantagens fiscais para a empresa. São vantagens que nos têm feito optar pela aquisição de veículos que nos permitem esta mobilidade limpa. Estamos a fazer a nossa parte”, concluiu.

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Publicado no Verdesobrerodas

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