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domingo, 2 de outubro de 2016

Salão de Paris mostra vários modelos elétricos e híbridos

A partir deste sábado, 1 de outubro, as mais recentes novidades do automóvel passam pela capital francesa, no Salão Mundial do Automóvel, que decorre até dia 16. É um ritual que se repete todos os anos no princípio de outubro no palácio das exposições da Porta de Versalhes, no sul de Paris. As grandes e as pequenas marcas mostram os últimos modelos.

Aqui se encontra de tudo, desde carros que parecem saídos de filmes de ficção científica, a modelos de culto que, graças à tecnologia, ganham nova vida. É o caso de versões elétricas de carros que nos encantaram nos anos 70, do Minimoke ao Mehari, remotorizados por pequenos fabricantes franceses. 

Percorrendo os sucessivos pavilhões é caso para perguntar se os carros do futuro serão todos elétricos. Não que a maioria dos modelos expostos não seja a gasolina ou a gasóleo.

Mas não há nenhum grande fabricante, da Toyota à Audi, ou da Renault à Mitsubishi que não tenha em lugar de destaque protótipos ou versões comerciais mais ou menos elétricas.

Uns estão na linha dos que já circulam nas nossas cidades alimentados a baterias de iões de lítio ou similares. É, por exemplo, o caso da nova versão do Opel Ampera, aqui lançado mundialmente e para o qual o fabricante anuncia uma inédita autonomia de 500 km. “A partir de agora, não só o carro 100% elétrico é acessível em termos de preço, como passa a permitir viajar em estrada, passando a poder ser o único veículo da família”, disse ao Expresso Miguel Tomé, responsável pelas relações públicas da marca em Portugal.

Outros carros há, que não poderemos comprar senão daqui por um bom par de anos, funcionando a célula de combustível (a corrente elétrica é produzida a partir da eletrólise inversa, juntando oxigênio e hidrogênio e produzindo água). Ou seja, desde que venha a haver uma rede que permita abastecer estes veículos de hidrogênio e que a tecnologia se democratize e baixe de preço, um dia serão viáveis.
 Do que ninguém tem dúvidas no Salão do Automóvel é que os carros do futuro serão capazes de “falar” uns com os outros graças às redes sem fios (o que lhes permitirá evitar acidentes) e até trocar carga elétrica. Tanto poderão "puxar" energia da rede, como dá-la de volta, uma vez que casas, carros e eletrodomésticos estarão ligados, permitindo racionalizar o uso da energia, sobretudo em meio urbano.

Como no futuro os motores elétricos poderão ser colocados nas rodas, desaparecem veios de transmissão, caixas de velocidades e claro, o capô. Logo, o espaço a bordo passa a ser outro. “Será o paraíso dos designers, que poderão redesenhar totalmente os carros”, explica Alain Vyttenhoven, responsável da Lexus Europa.

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Publicado no Verdesobrerodas

Por Expresso conteúdo

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