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terça-feira, 25 de outubro de 2016

Parceria da Aliança com a Mitsubishi deve beneficiar os VEs

A recente notícia da aquisição de 34% das ações da Mitsubishi por parte da Nissan dará origem a um novo grupo gigantesco na indústria automóvel. Com efeito, em termos de vendas globais, a Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi salta diretamente para o top-3 dos maiores grupos mundiais. Em termos práticos, este novo desenvolvimento terá o condão de tornar a partilha de tecnologias e de plataformas muito mais simples e barata para as três marcas, reduzindo os custos e melhorando a eficiência e rentabilidade de cada uma delas.

O aspecto mais importante desta recém-formada aliança prende-se com o lado tecnológico: sendo todas elas grandes impulsionadoras da mobilidade verde, a partilha de informações e de conhecimentos de sistemas híbridos e elétricos será agora mais fácil, com a Renault-Nissan a beneficiarem do conhecimento também da Mitsubishi nesse campo para acelerarem ainda mais o processo de expansão e implementação de soluções elétricas ou híbridas.

Mas o aspecto de partilha de conceitos pode ir mais além, com o co-CEO da Nissan, Hiroto Saikawa, a referir ao site Australiano Car Advice que uma nova plataforma poderá ser desenvolvida em conjunto entre a Nissan e a Mitsubishi para a produção futura de pick-ups.

É sabido que a marca dos ‘Três Diamantes’ procurava uma parceria para apoiar a produção de uma nova geração do Lancer, familiar que entretanto envelheceu no mercado e conta com uma longevidade acentuada. Contudo, com a chegada da Aliança Renault-Nissan, abre-se uma nova porta, havendo agora a eficiente plataforma CMF que surge de base para os modelos como o Nissan Pulsar e Renault Mégane, também eles de segmento C.

Ou seja, o conhecimento no âmbito das plataformas pode, também, ajudar a Mitsubishi a realinhar a sua gama Lancer, tirando-a da penumbra desde que a aposta nos SUV se tornou predominante. No caso da Nissan, o Pulsar nasceu da noção de que muitos clientes ainda procuravam os tradicionais compactos, conforme referiu recentemente Guillaume Masurel, da Nissan Portugal ao Automonitor, pelo que na Mitsubishi poderá ocorrer semelhante processo, tanto mais que o nome Lancer tem uma forte tradição na indústria automóvel.
 
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Publicado no Verdesobrerodas

Por automonitor conteúdo

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