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terça-feira, 20 de setembro de 2016

Para Delphi 14,5 milhões de híbridos serão produzidos por ano em 2015

A Delphi aposta alto no sistema híbrido leve de 48 volts, ou mild-hybrid, como são chamados em inglês automóveis equipados com baterias de 48V e pequenos motores/geradores elétricos que ajudam o veículo a dar partida, economizando combustível dessa forma. A empresa calcula que, até 2025, cerca de 14,5 milhões de carros híbridos leves serão produzidos por ano no mundo, o que representaria mais da metade de todos os modelos híbridos vendidos globalmente.

A razão para isso está na relação custo-benefício da solução: dependendo do uso, um mild-hybrid é capaz de entregar de 50% a 70% da economia de um híbrido convencional, mas custa só 30% do preço.

“Não será possível atingir as metas de emissões propostas à frente sem algum tipo de eletrificação. Todos os carros vão precisar disso e o sistema de 48 volts é uma boa solução sem aumento excessivo de custos”, explica Keith Stipp, presidente da Delphi Product and Service Solutions, que durante a Automechanika na semana passada em Frankfurt, Alemanha, apresentou um modelo Honda diesel vendido no mercado europeu equipado com o sistema híbrido leve. 


Os órgãos reguladores da União Europeia estipularam a partir de 2021 redução de mais de 25% nas emissões de CO2, por isso a Delphi aposta em alta demanda de sua tecnologia híbrida leve, que pode ajudar a reduzir o consumo e emissões em dois dígitos porcentuais.


O sistema híbrido leve da Delphi usa start-stop, que desliga o motor nas paradas e religa nas partidas. Outros dois componentes foram desenvolvidos em conjunto com a Magneti Marelli: a bateria de 48V Fiamm e o pequeno motor/gerador. O conceito do sistema é usar a eletrificação para ajudar na propulsão e tirar carga da bateria convencional de 12V, para dessa forma economizar combustível e reduzir emissões.

Toda vez que o motorista arrancar com o carro, um pequeno motor de partida alimentado pela bateria de 48V dá o primeiro impulso ao veículo, que também conta com um turbocompressor elétrico, que começa a funcionar antes do motor a combustão, eliminando assim o turbo lag. Quando o propulsor a gasolina ou diesel entra em operação, tem mais torque disponível oferecido pelo turbo e já saiu da inércia com o motor elétrico, com gasto reduzido de combustível. Quando o motorista tira o pé do acelerador e pisa no freio, o motor elétrico se transforma em gerador e dessa forma recupera 85% da energia cinética da frenagem para recarregar a bateria.


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Publicado no Verdesobrerodas
Por Automotive Business conteúdo
 

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