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quinta-feira, 24 de março de 2016

Incentivo para carros elétricos volta a descer em 2017

Este ano passou de 4500 para 2250 euros e em 2017 será de apenas 1125 euros e sempre tendo de entrar um carro com mais de dez anos para abate. O incentivo que o Governo dá a quem comprar um carro elétrico vai voltar a ser cortado em 2017, isto depois de já este ano ter sido reduzido também para metade. Ou seja, neste momento esse apoio baixou de 4500 para 2250 euros e para o ano será de apenas 1125 euros, sempre com abate de um veículo com mais de dez anos.
“Temos de olhar para o dinheiro disponível e optámos por apostar na melhoria da rede de abastecimento que nos parece ser mais importante para dinamizar o uso de carros elétricos”, disse o secretário de Estado do Ambiente, Jorge Mendes, esta quarta-feira, à margem da apresentação da nova Associação dos Utilizadores do Veículo Elétrico (UVE).

Para o presidente da recém-criada UVE, Henrique Sánchez, “esta redução de 50% não faz sentido nenhum e é um sinal contrário aos outros que o Governo tem dado no que toca à mobilidade elétrica”, como por exemplo a melhoria e reforço da rede de carregamentos que já foi aprovada e está já em curso. Para o dirigente, é essencial manter os incentivos em dinheiro aos níveis em que estavam em 2015 ou até superiores, por exemplo nos seis mil euros. “Estaremos a falar apenas de meio milhão de euros de impacto no Orçamento do Estado”, reparou.

No entanto, mais importante que o incentivo em si é que ele seja dado sem ter de se dar um carro para abate porque “nem toda a gente tem a casa um carro com mais de dez anos para trocar”, disse Henrique Sánchez. 

Aliás, o próprio secretário de Estado revelou na mesma ocasião que, o ano passado, apenas 192 pessoas recorreram ao incentivo com abate e isto num total de mais de mil carros vendidos. É por isso mesmo que rebate as reivindicações da UVE com os outros apoios existentes. É o caso da isenção de pagamento de Imposto Sobre Veículos (ISV) e de Imposto Único de Circulação – o selo do carro -, tanto no caso dos particulares e empresas. Ou no caso das empresas, a isenção de pagamento de tributação autônoma e ainda uma dedução no IVA e no IRC.

 “Acho que estamos no bom caminho e enquanto estiver no Governo tudo farei para recolocar Portugal na liderança do uso de carros elétricos”, acrescentou Jorge Mendes. A aposta é, por isso e para já, na melhoria e reforço da rede de postos de carregamento de carros elétricos e ainda na alteração do quadro regulatório que permitirá entregar a construção desses postos a privados. Este processo está desenvolvimento e deverá entrar em vigor em 2017.

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Publicado no Verdesobrerodas

Origem: Dinheiro Vivo

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