segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Hoje é uma data para a mobilidade "verde" comemorar


Bateria para carro elétrico poderá durar dez anos

Uma nova pesquisa pode mudar a maneira como as baterias de ions de lítio são carregadas em eletrônicos de consumo e nos carros elétricos.  O estudo, publicado na revista Nature Materials, desafia a noção comum de que carregar uma bateria lentamente ajuda a prolongar a sua vida. Contesta também a ideia de ser prejudicial ao dispositivo ser sujeito a uma descarga de grande quantidade de energia, durante um curto espaço de tempo.

De acordo com pesquisadores do do MIT, do Sandia National Laboratories, do Samsung Advanced Institute of Technology America e do Lawrence Berkeley National Laboratory, as baterias podem ter uma duração mais longa,  de cerca de dois a dez anos, se for carregada partícula a partícula, através de uma série de cargas muito rápidas.

Isso surpreendeu os pesquisadores, pois este tipo de carga era tido como prejudicial. “Nós, como comunidade científica, temos olhado para a escala macro de como a bateria se comporta no todo, mas a nossa pesquisa foca-se nas partículas individuais para chegar a um modelo de como a carga funciona”, explica William Chueh, um dos autores do estudo, pesquisador do Stanford Institute for Materials and Energy Science.

A equipe conseguiu observar a forma como as nanopartículas individuais se comportam quando a bateria está sendo carregada e descarregada.

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Fonte: IDG Now

Ford Fusion Hybrid representa 80% das vendas no Brasil

O Ford Fusion Hybrid está liderando o crescimento do segmento de veículos híbridos e elétricos no Brasil, que avançou 74% de janeiro a agosto. O modelo respondeu por nada menos que 80% das vendas, ou seja, 444 das 558 unidades registradas no período. Embora ainda seja pequeno dentro do volume total do mercado interno - menos de 0,1% - esse número vem evoluindo rapidamente e já ultrapassa o total comercializado em 2013.

Carro mais econômico do País no ranking do Inmetro/CONPET, o Ford Fusion Hybrid vem ganhando espaço no mercado desde o lançamento da nova geração, há um ano. 

Além de inovações na tecnologia e no design, o sedã híbrido da Ford reduziu a diferença de preço em relação aos modelos a gasolina, que caiu de R$30.000 para R$7.000. Com isso, ficou mais acessível e hoje é cotado em R$128.700.

Essa queda se deve à mudança do motor 2.5 para o atual 2.0, que permitiu o enquadramento do veículo em uma alíquota menor de tributação do IPI. "O consumidor é extremamente sensível a preço e ficou mais atraente investir na nova tecnologia", destaca Oswaldo Ramos, gerente geral de Marketing da Ford. "A diferença atual de preço se paga em cerca de dois anos de uso por conta da economia de combustível proporcionada pela versão híbrida." A primeira geração do Fusion Hybrid vendia uma média de 30 unidades por mês, a grande maioria por meio de venda direta para empresas. A nova geração, além de alcançar o dobro do volume mensal, tem 80% das unidades vendidas no varejo, para o consumidor final.

A expectativa da Ford é que a tendência de aumento de volume continue. "Ainda é um número baixo se comparado aos Estados Unidos, que vende cerca de 6.000 unidades do Fusion Hybrid por mês, mas é um início de mudança do consumidor brasileiro", diz Oswaldo Ramos.

O carro tem uma potência combinada de 190 cv e pode acelerar até 100 km/h no modo elétrico. Seu sistema de frenagem regenerativo recupera até 95% da energia perdida nos freios. Uma tela no painel, o "Ecoguide", ensina o motorista a dirigir de modo mais sustentável com gráficos de folhas que crescem com a economia de energia.

Vendido exclusivamente na versão Titanium, topo de linha, o Fusion Hybrid vem completo, com 8 airbags, sistema de estacionamento automático, câmera de ré, sistema de permanência em faixa, piloto automático adaptativo, alerta de colisão, sistema de monitoramento de pontos cegos com alerta de tráfego cruzado, assistente de partida em rampa e sistema Advance Trac com controle eletrônico de estabilidade e tração. Sistema de conectividade SYNC com tela touch-screen de 8 polegadas e comandos de voz, sistema de acesso inteligente e partida sem chave, bancos com ajuste elétrico, tomada de 110 V e teto solar elétrico são outros itens de série.

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Fonte: DCI


Nissan poderá deixar de fábricar baterias para carro elétrico

O chefe da Nissan, Carlos Ghosn, está se preparando para cortar a fabricação de baterias da empresa, disseram pessoas familiarizadas com o assunto, em um novo revés para carros elétricos que reabriu profundas discordâncias com a parceira de aliança Renault.

O plano, que enfrenta forte resistência dentro da montadora japonesa, contempla a progressiva eliminação da produção nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, além de uma redução da produção de baterias de última geração concentrada em sua fábrica nacional, disseram duas fontes da aliança à Reuters.

"Nós nos preparamos para ser um líder na fabricação de baterias, mas acabou sendo menos competitivo do que gostaríamos", disse um executivo sob condição de anonimato. "Nós ainda estamos entre seis meses e um ano atrás da LG em termos de preço-desempenho." A decisão sobre as fábricas de baterias da Nissan em Sunderland, Inglaterra e Smyrna, Tennessee, deve ocorrer no próximo mês, disseram as fontes, após uma revisão tensa de contratos com a acionista Renault.

A Renault-Nissan "continua 100 por cento comprometida com seu programa de veículos elétricos líder de mercado" e não tem planos de deixar os investimentos em bateria, disse a porta-voz Rachel Konrad. "Nós não tomamos qualquer decisão de modificar a alocação do fornecimento de baterias", disse Konrad, acrescentando que a aliança "não confirma ou nega" comentários.

Mas a Nissan já está negociando com a parceira de fabricação NEC Corp sobre a mudança para um fornecimento duplo, com o apoio de Ghosn, disseram as fontes. A Nissan atualmente faz todas as suas baterias de carros elétricos. Uma opção a ser explorada faria a LG, que fornece alguns modelos para a Renault, investir em produção própria de baterias em uma das fábricas da Nissan no exterior enquanto a montadora suspende operações nos locais. A aliança também está em negociações com a LG sobre um acordo para fornecimento de baterias para futuros modelos elétricos da Renault e da Nissan na China, disse uma das fontes.

NEC e LG se recusaram a comentar.

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Fonte: Administradores

Empresário gaúcho apresenta nova versão de carro elétrico

O sonho ainda é o mesmo: ser o primeiro carro elétrico fabricado no Brasil. Mas o protótipo que pode realizar o desejo do inventor e empresário gaúcho João Alfredo Dresch mudou. Nesta semana, o aposentado, junto com o sócio e engenheiro Marcos Büneker, divulgou as primeiras (e limitadas) informações da segunda geração do JAD.

Com aparência mais esportiva e com o prata substituindo o antigo “vermelho tangerina” da lataria, o carro elétrico ficou maior – embora não tenha deixado de ser “mini”. Agora, ao invés de 1,95 metro de comprimento, o veículo de dois lugares tem 2,5 metros, mas continua com 1,20 metro de altura e 1,05 metro de largura. A mudança tem como objetivo facilitar futuras adaptações de baterias, já que anualmente a tecnologia se renova.

O JAD2 (nome do modelo, que vem das iniciais do inventor) também ganhou um motor mais potente (fornecido por uma empresa de Santa Catarina) e uma caixa de transmissão com desenvolvimento próprio. Outros detalhes e modificações são guardados a sete chaves, já que se trata de um projeto inovador e que deve passar a ser fabricado em larga escala em até dois anos.

Estamos divulgando só uma foto e da traseira do carro, que é pra não mostrar demais, porque o que tem de gente de olho... — deixa no ar o sempre bem humorado Dresch.


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Fonte: Zero Hora