quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Veículo elétrico é amigo do ambiente

Os veículos elétricos têm vindo a ganhar mercado face aos veículos de combustão interna pelos elevados benefícios ambientais que podem promover. Estes veículos para além de serem menos poluentes para o ambiente, a eletricidade que usam nos carregamentos provem, muitas vezes, de fontes de energia alternativas aos combustíveis fósseis. Os impactos ambientais gerados pelos veículos elétricos tendem a ser menores do que os veículos de combustão.
O investimento nos veículos elétricos traz vários benefícios ambientais, não só por serem uma alternativa à elevada dependência atual dos combustíveis fosseis mas também pelo elevado nível de emissões de CO2 resultante dos motores de combustão, e que contribuem em grande parte para o aquecimento global e para a deterioração da qualidade do ar nos centros urbanos. O elevado preço resultante da escassez e flutuações mercado dos combustíveis fósseis constitui também uma forte motivação para o investimento nos veículos elétricos. 

Os motores elétricos apresentam menores custos de manutenção do que os motores de combustão e os custos de operação por km percorrido são também menores quando comparados com os veículos de combustão. O custo ainda elevado associado à comercialização dos veículos elétricos torna-os ainda pouco atrativos para o público.

No distrito de Setúbal podem identificar-se algumas limitações relativamente aos pontos de abastecimento e carregamento dos veículos elétricos. Ainda não são todos os municípios que dispõem de tomadas de carregamento de baterias em locais públicos apesar do forte empenho dos vários municípios e das agências municipais de energia. A inexistência de postos de carregamento suficientes e bem identificados, leva a alguma desconfiança por parte do público em adquirir os veículos elétricos e deste modo, como a procura global ainda é baixa, o preço dos veículos elétricos também não é ainda acessível a todos e existem outros veículos de combustão interna com preços mais competitivos.

A combinação do uso do veículo elétrico com as novas soluções de mobilidade de partilha de veículos como "car sharing" como forma de deslocação nos espaços urbanos permitirá melhorar a qualidade do ar nas zonas urbanas e a qualidade de vida das populações nestes espaços. Apesar de existirem algumas limitações e constrangimentos na atualidade, num futuro muito breve, os desenvolvimentos nesta área irão dar os seus frutos e melhorar o ambiente nos espaços urbanos.

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Fonte: Setúbal na Rede

Scooters elétricas são boas opções para as cidades

Silenciosas e econômicas, as scooters elétricas são uma ótima opção para as deslocações citadinas. Hoje mostramos-lhe mais um exemplo de uma scooter elétrica com muito estilo. Inspirada nos anos 60, a Cezeta Type 506 é uma scooter elétrica capaz de virar cabeças no meio do trânsito.
A ideia dos designers era manter o espírito do modelo original, que circulou na República Checa entre os anos 1957 e 1964. Adaptada aos tempos modernos, a Cezeta Type 506 utiliza um motor elétrico com uma potência nominal de 5 kW e potência máxima de 8 kW, alojado na roda traseira.
A Cezeta Type 506 atinge uma velocidade máxima de 85 km/h. Os 0-60 km/h são atingidos ao fim de 4,5 segundos. Esta scooter elétrica está equipada com uma bateria de iões de lítio de 4,7 kWh de capacidade, que proporciona uma autonomia de 80 a 100 quilômetros com uma carga.
Dificilmente a Cezeta Type 506 chegará a Portugal. Os preços começam nos 4.500 euros na República Checa.

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Fonte: e-move

Tesla não conta mais com participação da Daimler

A Daimler, grupo alemão que detém a Mercedes e a Smart, anunciou a alienação dos 4% de ações da Tesla que estavam na sua posse desde 2009, um investimento que na altura estava relacionado com a obtenção de tecnologia para os modelos elétricos da firma germânica. De momento as versões elétricas do Mercedes Classe B e do Smart ForTwo utilizam tecnologia fornecida pela empresa americana fundada por Elon Musk.
O consórcio germânico indicou que a venda das ações não representa o fim da cooperação entre as duas empresas, referindo que não é necessária essa participação para continuar a trabalhar com o fabricante sedeado na Califórnia. A Tesla, por sua vez, recusou-se a tecer qualquer comentário. Vários analistas consideram, no entanto, que a venda é uma evidência da crescente rivalidade entre a Daimler e a Tesla no mercado dos veículos elétricos. 
Na altura da aquisição a Tesla era considerada uma empresa de “nicho de mercado”, mas duas razões levaram a Daimler a considerar menos atrativa esta parceria na atualidade. Uma delas foi a expansão da própria Tesla, que hoje concorre com os fabricantes premium germânicos nos segmentos superiores, mas também a decisão da Tesla abrir mão das suas patentes, de forma a democratizar o acesso aos veículos elétricos, estará na base do afastamento entre Tesla e Daimler. Recentemente também surgiu a notícia sobre a eminente rutura da colaboração entre a Toyota e a Tesla.

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Fonte: Turbo

Reino Unido aposta nos veículos a hidrogênio

A Hyundai, a primeira fabricante a produzir carro a hidrogênio em série: o ix35 Fuel Cell, um automóvel elétrico alimentado por gerador eletroquímico a hidrogênio, também conhecido como célula de combustível, acaba de entregar as seis primeiras unidades do modelo no Reino Unido. 

A venda do ix35 Fuel Cell acontece poucos dias depois de o Ministro de Negócios do Reino Unido, Matthew Hancock, anunciar investimentos de 11 milhões de libras (o equivalente a R$ 3,9 milhões) para suportar a produção de veículos a hidrogênio.

O aporte, que será aplicado até 2015, visa expandir a rede de estações de reabastecimento de hidrogênio na região, aumentando a confiança dos consumidores e, por consequência, a aquisição desses veículos zero-emissão, que vem sendo desenvolvidos pela Hyundai desde 1998. 

"Entregar os primeiros veículos movidos a hidrogênio é um grande marco para a indústria. A Hyundai é a primeira empresa no mundo a produzir em série um veículo de célula de combustível e tem o compromisso de desenvolver esta tecnologia em linha com os planos do governo de ampliar a infraestrutura de abastecimento", comenta em nota Tony Whitehorn, presidente e CEO da Hyundai Motor do Reino Unido. 

Segundo a Hyundai, o ix35 Fuel Cell pode percorrer mais de 350 quilômetros em reais condições de uso antes de reabastecer, o que é um processo rápido e fácil, semelhante a veículos a combustão. 
 

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Fonte: Automotive Business

Salão de São Paulo poderá aproximar o consumidor da mobilidade elétrica

A BMW vive uma fase de namoro com o mundo dos carros elétricos e híbridos, especialmente após seus dois representantes nestes segmentos serem aclamados pela crítica, apesar do preço exorbitante tê-los afastado do público. Mas se você quer uma oportunidade para estar perto do i3 e i8, o Salão do Automóvel é sua chance, pois os dois modelos estão entre as atrações da marca na mostra paulistana.
O i3 foi recentemente apresentado ao mercado nacional e estreou nas concessionárias nas versões básica, por R$ 225.950, e a “completa”, ao custo de R$ 235.950. Em ambos os casos, a versão vendida no país vem equipada com extensor de autonomia, que consiste num motor a combustão de 600 cm³ que atua como um gerador. Ligado a uma tomada de 220v, sua bateria carrega em 8 horas e permite uma autonomia de 160 km, com desempenho de esportivo. As duas versões vêm de série com uma extensa lista de equipamentos (de luxo e tecnologia) e assistentes de condução, nada diferente dos luxuosos sedãs da marca.
O BMW i8 é um cupê esportivo com propulsão híbrida, que combina um motor a combustão de 1,5 litro e um motor elétrico de 96 kW, produzindo uma potência conjunta de 362 cv. O desempenho é excepcional, com aceleração de 0 a 100 km/h em 4,4 segundos e velocidade limitada eletronicamente a 250 km/h. A autonomia depende do uso combinado ou não dos dois tipos de motores. A venda é feita sob encomenda pelo preço de R$ 799.950.

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Fonte: Autopolis