quinta-feira, 17 de abril de 2014

Carro elétrico: Cadillac e ChargePoint fazem parceria

Cadillac anunciou hoje uma parceria com ChargePoint , o maior e mais aberta da rede de carregamento de veículos elétricos no mundo. A colaboração traz aos motoristas Cadillac ELR acesso imediato a mais de 16.500 locais de carregamento na rede ChargePoint.

O cupê de luxo ELR eletrificado foi colocado à venda no final de 2013. Ele encarna robustez, bom desempenho e design provocante com a tecnologia progressiva. Todos os 2014 e 2015 ELRs incluem um kit Driver ChargePoint no manual do proprietário, que dá acesso aos seus 16.500 EV estações de carregamento.

" ChargePoint está entusiasmada com a Cadillac, marca marquise na indústria de carros de luxo  desenvolveu um veículo elétrico para seus clientes", disse Pasquale Romano, CEO da ChargePoint. "O Cadillac ELR está ajudando a impulsionar o crescimento rápido de veículos eléctricos, oferecendo um carro premium inovador. Estamos confiantes de que quanto mais opções de veículos elétricos houverem, mais as pessoas irão compra-los."

Publicado em Verdesobrerodas

Fonte: Valor


Carro elétrico: clientes do Leaf não pagarão pela energia consumida

A Nissan já vendeu mais de 110 mil Leaf elétricos em todo o mundo, e quase 50.000 nos Estados Unidos, mas, obviamente, quer aumentar isso. Americanos responder a promoções "de gás livre", para que a empresa está tentando algo similar com a eletricidade. Fred Diaz, vice-presidente sênior de vendas e marketing da Nissan, disse quarta-feira em Nova York que a carga vai ser gratuito por dois anos para novos clientes Leaf, pela primeira vez em 10 mercados principais, e mais tarde, em 25.

O programa de carregamento livre de pagamento havia sido oferecido apenas em Dallas- Fort Worth e Houston, mas em 1 de Julho vai expandir-se para San Francisco, San Diego, Sacramento, Seattle, Nashville, Phoenix, o Distrito de Columbia e Portland, Oregon Proprietários que comprou o Leaf após 01 de abril são elegíveis. Dentro de um ano, serão adicionados mais pelo menos 15 cidades.

Publicado em Verdesobrerodas

Fonte: Valor

Madrid oferecerá bicicleta elétrica para aluguel

O BiciMAD, serviço público de aluguer de bicicletas do município de Madrid, irá arrancar, no próximo mês de maio, com 1.580 bicicletas elétricas distribuídas por 120 estações. O serviço de aluguer de bicicletas estará a funcionar 24 horas por dia durante todo o ano. 

Será também em maio, como anunciou a presidente da Câmara Municipal de Madrid, Ana Botella, que estarão disponíveis “cerca de 70 novos quilómetros de ciclovias no centro da cidade para facilitar a implementação do BiciMAD”. 

O site menosumcarro.pt informa que a Câmara Municipal de Madrid lançou recentemente uma campanha de sensibilização para promover o uso da bicicleta como meio de transporte. 

Segundo Ana Botella, o BiciMAD “irá beneficiar as condições de tráfego atuais, transformar os hábitos de condução e melhorar a convivência entre os diferentes meios de deslocação”. Por isso, a presidente da autarquia pediu aos moradores para se “acostumarem o quando antes com o novo cenário”, para que a convivência entre peões, motoristas e ciclistas seja pacífica. Se no passado deslocar-se de bicicleta no centro de Madrid era um sonho em que poucos acreditavam, hoje é uma alternativa real ao uso do veículo privado, uma possibilidade complementar ao transporte público”, acrescenta.

Segundo dados do último relatório de mobilidade de Madrid, a utilização da bicicleta na zona central aumentou 17 por cento entre 2012 e 2013, o que, na opinião de Ana Botella, está relacionado com o aumento das infraestruturas e condições para pedalar. “Hoje, Madrid tem 316 km de ciclovias e 1.167 estacionamentos para bicicletas”, contou.
 
Publicado em Verdesobrerodas

Fonte: Transportes em Revista

Golf elétrico ficou mais moderno

A fabricação de carros elétricos não é só atraente economicamente falando, como também coloca uma marca com mais credibilidade por pensar no ecológico. A Volkswagen parece querer aliar o seu tradicional modelo esportivo Golf com essa nova modalidade de carros ecologicamente corretos. O carro já conquista a Alemanha – que teve o seu lançamento em fevereiro – e deve ganhar em pouco tempo outros países da Europa.
O e-Golf, que é o carro elétrico do modelo, ganhou alguns toques diferentes no exterior, como a inserção da cor azul em detalhe da grande dianteira, com o símbolo “e” dando o diferencial do carro e mostrando que é elétrico.
O carro não é o pioneiro do segmento de carros elétricos, não é o que traz mais tecnologia e nem o mais atraente no quesito preço: ele está saindo na Alemanha por 34 mil euros, o que seria em torno de R$ 103.700.
O que está atraindo os consumidores a comprarem o carro é por ser o modelo Golf. A bateria é um íon-lítio de 24,2 kWh capaz de rodar cerca de 190 quilômetros com carga completa, chegando a 115 cavalos de potência.
O carro possui três opções de direção, que dá uma eficiência maior do combustível: a normal, a Eco e Eco +. Quando o motorista escolhe a forma mais econômica do automóvel, a forma Eco +, a velocidade máxima é reduzida de 140 km/h para 90 km/h, assim a bateria do carro dura mais algumas horas.
O veículo vem com seis airbags, um sistema antibloqueio de frenagem de colisão múltipla, detecção de cansaço do motorista, indicador de pressão dos pneus, direção progressiva, faróis e lanternas em leds e controle climático automático. Além de uma tela multimídia de 8 polegadas.
A parte externa do carro não difere de um Golf “normal”. O e-Golf pode atingir 60 km/h em 4,2 segundos, o que é uma boa média. Depois dos 80 km/h, ele demonstra ser que é realmente um carro elétrico. Nessa velocidade ele faz de 0 a 100 km/h em 10,4 segundos, o que prova de depois dos 60 km/h o automóvel perde seu impulso por ser elétrico. 
Publicado em Verdesobrerodas
Fonte: Carro bonito

Reduzir impostos para permitir produção de carros elétricos

O CEO global da Renault-Nissan, Carlos Ghosn, não está preocupado com o investimento de R$ 2,6 bilhões em uma fábrica para a Nissan em Resende (RJ), mesmo com um cenário que prevê pelo menos dois anos de crescimento baixo do mercado. Segundo ele, a marca vai elevar seu market share, mesmo se as vendas gerais tiverem queda. No entanto, as expectativas seriam muito melhores se houvesse redução da carga tributária no Brasil. 
“O carro é um objeto muito tributado no Brasil - é campeão do mundo. Até 45% do preço pode ser imposto. Não conheço nenhum outro país com esse nível de carga tributária. A longo prazo seria bom que essa carga fosse mais baixa. mas o potencial do Brasil é independente disto. A carga tributária vai acelerar ou atropelar um desenvolvimento que vai acontecer de qualquer forma. Não há razão para o nível de motorização brasileira fique abaixo de Portugal, por exemplo. Agora o prazo em que isto vai acontecer depende da política econômica dos próximos governos”, afirmou. 
De acordo com o executivo, cerca de 175 carros circulam para cada mil habitantes no Brasil. A média é muito abaixo dos 500 veículos por mil habitantes em média na Europa – e ainda mais distante dos 800 nos Estados Unidos. “É verdade que o mercado brasileiro no curto prazo é decepcionante, aquela expectativa de 3% de crescimento ao ano não aconteceu. Mas isto não retira seu potencial. O Brasil não ficará por muito tempo tão abaixo de um país europeu médio. Vai encaminhar para 400 ou 500 carros por mil habitantes, mesmo que tenhamos obstáculos.”     

A Nissan inaugurou na terça-feira sua primeira fábrica própria no Brasil. A produção seguirá integrada com a Renault, no Paraná, conforme a aliança global entre as duas empresas. Mas agora a Nissan terá muito mais fôlego para crescer no Brasil. Até então, apenas a família Livina e a Frontier eram fabricadas nacionalmente, enquanto modelos de maior volume de vendas como March e Versa eram importados do México. No ano passado, o governo restringiu as importações do país, com um acréscimo de imposto, que derrubou os emplacamentos da marca japonesa no Brasil.
O CEO da Nissan também não descarta a produção nacional do Leaf, veículo elétrico do grupo, mesmo que ela esteja muito distante ainda. Segundo ele, para ser lucrativa, a fábrica deverá montar pelo menos 50 mil unidades por ano – número absurdo para o quase inexistente mercado de híbridos e elétricos no Brasil. “Hoje não vemos nenhum interesse concreto das autoridades brasileiras para carros elétricos. Parece que teremos uma nova legislação, vamos esperar para ver e em função disto vamos decidir se fazemos uma comercialização ou vamos além disso”, afirmou.

Publicado em Verdesobrerodas
Fonte: Correio do Estado